terça-feira, 3 de dezembro de 2013

CAMPANHA NOVOS SÓCIOS - FGTP



CAMPANHA NOVOS SÓCIOS

Requisitos para inscrição de matrícula na condição de novo sócio.
  • Nunca ter sido cadastrado na FGTP
  • Estar em dia com seu Clube de origem
  • Apresentar a documentação exigida para filiação

Jantar de Premiação do Ranking de Percurso de Caça, Compak Sporting e Skeet

Jantar de Premiação do Ranking de Percurso de Caça, Compak Sporting e Skeet
A Federação Gaúcha de Caça e Tiro convida todos atiradores e familiares para participarem do Jantar de Premiação do Ranking Gaúcho de Percurso deCaça, Compak Sporting e Skeet. Confira a programação:
Dia: 06/12/2013
Horário: 20hs e 30min
Local: AFAI (ver mapa)
Endereço: Rua Berto Cirio, 1200 - Bairro São José - Canoas/RS
Valor: R$ 25,00 (Bebida não incluída)
OBS.: Haverá sorteio de brindes para os presentes - Vendas antecipadas.
Maiores informações:
Na Secretaria da FGCT c/ Marisa - Fone: 51 3779-9600 - E-mail: marisa@fgct.com.br

Fraude milionária na campanha do desarmamento

Fraude milionária na campanha do desarmamento
Batizada de "Vulcano", uma operação da Polícia Federal vem apurando a ocorrência de fraudes de grandes proporções nas campanhas de desarmamento. Até agora, foram cumpridos mandados de prisão em cidades baianas e em Fortaleza, capital do Ceará.
Um dos presos, Clovis Nunes, além de coordenador da MovPaz, a principal envolvida na fraude, foi eleito em abril para o CONASP - Conselho Nacional de Segurança Pública - e se tornou conselheiro do Ministério da Justiça de acordo com informações constantes do site da ONG:
"Clóvis Nunes, assume o cargo como representante da Rede Desarma Brasil, um conglomerado de 49 ONGs e entidades da sociedade civil, de todo o país, que se integraram em Rede desde 2006, com a finalidade de implementar o desarmamento no Brasil. Clóvis, que tambem é o idealizador e coordenador nacional da ONG MovPaz, que integra a Rede, acumula o cargo desde 2011, de Coordenador Regional da Campanha de Desarmamento também pelo Ministério da Justiça, para os estados da Bahia, Sergipe e Pernambuco." Íntegra: http://movpazbrasil.org/clovis-nunes-toma-posse-no-conasp-e-se-torna-conselheiro-do-ministerio-da-justica/
De acordo com as primeiras informações, o esquema funcionava através de ONGs desarmamentistas e consistia no fornecimento de dados fictícios e na fabricação artesanal de armas para entrega em postos de coleta, mediante pagamento da indenização fixada pelo Governo Federal, que varia entre R$150,00 e R$450,00, a depender do tipo e do calibre da arma. Os dados colhidos na investigação apontam que mais de 8 mil armas que constam como recolhidas mediante indenização na verdade não existiam ou eram de fabricação caseira. A fraude supera a cifra de 1,3 milhão de reais.
De acordo com o pesquisador em segurança pública Fabricio Rebelo, que coordena no Nordeste a ONG Movimento Viva Brasil, contrária ao desarmamento, a operação mostra a fragilidade e o risco envolvidos na forma de execução das campanhas de recolhimento de armas. "Fica mais uma vez evidenciado o quão temerário é admitir, através das chamadas parcerias, a ingerência de entidades não governamentais com ideologia desarmamentista num setor tão estratégico da segurança pública, principalmente com essa possibilidade de manipulação", afirma.
Para o pesquisador, além do prejuízo ao erário, a fraude também demonstra como os dados relativos às campanhas de desarmamento são frágeis. "Apenas nessa operação, mais de 8 mil armas tidas como recolhidas eram fruto de fraude, mas elas estão computadas nas estatísticas do Ministério da Justiça, que usa esses dados para tentar demonstrar uma adesão da sociedade às suas campanhas de desarmamento. Agora, todos esses dados ficam sob suspeita, inclusive pelo risco de que esquemas semelhantes se repitam em outros estados", conclui Rebelo.
A operação também apura a participação de integrantes da Polícia Militar no esquema e já resultou na prisão do ex-comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar de Feira de Santana (BA). Com ele, foi apreendida uma arma sem documentação, uma carabina calibre 44.
Fonte: Movimento Viva Brasil

terça-feira, 13 de agosto de 2013

PF alerta para e-mails falsos

PF alerta para e-mails falsos

A Polícia Federal alerta aos internautas que estão sendo enviadas mensagens eletrônicas em nome do órgão. As falsas mensagens informam que o usuário teria navegado por sites clandestinos e que isso resultaria na abertura de inquérito policial. Depois há um pedido para "clicar" em um link anexado a mensagem.

A Polícia Federal não envia mensagens eletrônicas para apuração de denúncias e nem para abertura de investigação. Somente entra em contato via e-mail com usuários que utilizaram os canais de denúncias no site.
Portanto, ao receber a mensagem suspeita, orientamos que ela seja encaminhada para o endereço crime.internet@dpf.gov.br e, logo em seguida, apagada.

Ministério da Justiça reajusta indenização da Campanha do Desarmamento

Ministério da Justiça reajusta indenização da Campanha do Desarmamento

Desde de o último dia 23 de novembro, os cidadãos que aderirem à Campanha Nacional de Desarmamento vão receber novos valores de indenização. O Ministério da Justiça publicou portaria no Diário Oficial da União que reajusta os valores em até 100%. Quem entregar, voluntariamente, sua arma de fogo para destruição receberá de R$150 a R$450 de acordo com o tipo e calibre do armamento. Antes, os valores variavam de R$100 a R$300.
Os novos reajustes foram necessários para incentivar mais pessoas a entregarem suas armas. Há oito anos, desde que foi instituída a primeira Campanha do Desarmamento, a indenização é a mesma. Para a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, mais importante que o valor pago pelo governo é o ato do cidadão. “Simbolicamente, ao abrir mão de possuir uma arma, a sociedade também abdica da violência por uma cultura de paz”, analisa.
Desde 2004, já foram entregues mais de 600 mil armas de fogo. Somente este ano, o número ultrapassa 63 mil armas. Foram pagos em indenização mais de cinco milhões de reais.
No domingo (09/12), entrou no ar nova Campanha do Desarmamento, com foco nas famílias brasileiras. Com isso, o Ministério da Justiça pretende recrudescer um movimento nacional que vem dado certo no país. O Brasil, inclusive, recebeu o Prêmio Unesco na categoria Direitos Humanos e Cultura da Paz, por se tratar de uma das melhores estratégias de promoção da paz já desenvolvidas na história do Brasil.
Acesse: http://www.entreguesuaarma.gov.br

Armas de fogo não são a causa da violência

Armas de fogo não são a causa da violência

Em 2011, a Organização das Nações Unidas, por meio do Global Study on Homicide, mais amplo e profundo estudo já realizado sobre homicídios, em âmbito global, já havia reconhecido que não se pode estabelecer relação direta entre o acesso legal da população às armas de fogo e os índices de homicídio, pois não são as armas do cidadão que matam, mas as do crime organizado, para o qual a lei não possui relevância.
Um exemplo de que o discurso do desarmamento é descolado da realidade pode ser observado no Brasil. O país instituiu em 2003 o Estatuto do Desarmamento, que mantém regras rígidas e burocráticas para o porte e posse de armamentos, entretanto, tem 15 cidades na lista das mais violentas do mundo e ocupa a 6º posição do ranking com Maceió (86 mortes por 100 mil habitantes).
Outro exemplo é o estado de Sergipe que, apesar de estar em segundo lugar no ranking de entrega de armas pela população em campanhas de desarmamento, o número de homicídios quadruplicou nos últimos dez anos, conforme dados do Mapa da Violência 2012.
Esses dados trazem a tona uma verdade, até então conhecida apenas pelos que se opõem a controles maiores sobre o comércio e a posse de armamento, o desarmamento não detém os delinquentes violentos que sempre têm sua forma de obter armas. As proibições só desarmam as pessoas inocentes e as deixam mais vulneráveis aos criminosos.
O Brasil amarga uma média de 50 mil homicídios por ano, o que o torna, em números absolutos, o país em que mais se mata. Além disso, em média, apenas 8% dos homicídios são esclarecidos e um número muito menor chega a ser julgado e condenado. A taxa de impunidade alcança o patamar de 92%.
A solução dos homicídios é fator primordial para se entender o fenômeno da violência no país. A falta de esclarecimento dos crimes impede traçar um perfil criminal brasileiro e compromete a definição das políticas públicas na área de segurança. Com isso, a solução da violência consiste em dois tipos de ações principais: o sistemático e crescente combate a impunidade e a ação da polícia em prevenir os crimes e punir os bandidos, com o devido respeito aos direitos fundamentais dos indivíduos. Não se pode combater eficazmente o que não se conhece sequer em 10% de sua extensão.
*Salesio Nuhs é presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam).
Fonte FGCT